Monday, January 09, 2006

 
Travestis trocam rua por emprego

Weluma – ou Wilson Roberto da Cunha – tem 50 anos e diz ser travesti desde os cinco. Estudou em um colégio interno só para rapazes, mas dormia em quarto separado: os outros meninos se excitavam com a sua presença, garante. Costumava se confessar religiosamente até o dia em que flagrou o padre se masturbando enquanto ouvia os seus pecados. Abandonou a religião, a família, os estudos e foi se prostituir.
Passou a freqüentar semanalmente o programa de televisão do Chacrinha. Um dia, faltou uma das meninas do palco e ele (ou, a partir de agora, ela) - do meio da platéia – foi escalado para substituí-la.

Weluma ganharia, então, o nome que ainda a acompanha: “Chacrete”. Hoje, Chacrete é uma rara travesti que, depois de se prostituir, ser alcoólatra e dependente de heroína, ganha a vida com emprego fixo e carteira assinada: é funcionária do programa social Cansei de lero-lero, da Prefeitura do Rio.

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